Trata-se de uma magia poética em prosa, romance do escritor maranhense, de Esperantinópolis, Raimundo Carneiro Corrêa. Um livro de encantamentos ambientado no interior do Estado do Maranhão, remoto médio rio Mearim, onde se dá a saga de Cleto Carpina e Cissi, os protagonistas, que se enredam em ações com personagens históricos, numa artesanal narrativa de ficção e realid
ade, em época da primeira metade do século XX.
Na ambicionada floresta por caminhos de desbravadores repercutiam ecos da história universal em apreensões, quando sobrevoava as matas um avião norte americano da base aérea de São Luis, que o nazi-fascismo encarnava-se no guarda Cazuza, o comunismo era simpatizado pelo José Sapateiro e a catequese dos Padres Capuchinhos fazia-se ouvir em sinos, teciam-se contos, tantos, dando risos, raivas e rosas...As rosas da francesa Teresinha de Lisieux que veio também morar no oratório da Vila Boa Esperança, de comerciantes, canaviais, roças de algodão, tropeiros piauienses.
Corrêa vem de uma experiência calma, porém exitosa com ingresso na literatura maranhense conquistado em concurso do Plano Editorial SECMA/SIOGE ( 1994 ) com o romance AS VAIAS DA GALERA.Depois de mais de uma década, sem publicar trabalhos, presenteia amigos e companheiros da Academia Esperantinopense de Letras, da qual é membro fundador da cadeira Nº 01, Patrono Olimpio Cruz, presenteia-os, sim, com o livro ABRIL ( 2010) marca de seus quarenta anos de experiência de escritor.
Alcança agora, com o título MANDINGA, espaço na Literatura Brasileira, lançamento pela editora BILIOTECA 24 horas ( São Paulo).Adquiri-se o livro por compra e /ou ebook no portal WWW.biblioteca24horas.com.
Os leitores de Esperantinopolis e de toda a região terão a oportunidade de adquirirem-no com data a ser confirmada para o mais tardar que seja o mês de janeiro de 2013.
Oferece-nos, então, de novo o romancista Raimundo Carneiro Corrêa, em seu MANDINGA, mandinga mesmo, que agarra o leitor já na primeira página, com a beleza e leveza e graça de seu estilo de poeta e prosador, em ser épico e lírico ao mesmo tempo Esperantinopolis, tão pequena cidade dos esquecidos rincões maranhenses, ganha, com o seu cidadão escritor um ponto de notoriedade nacional, ao assinar a autoria de uma obra significativa de uma história tão modesta, porém, com as marcas do toque de uma universalidade humana do que se compõe uma verdadeira obra de arte.
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